Olha, essa história se repete tanto que já dá até preguiça de contar, mas é necessário: mais uma vez, ativistas querem boicotar uma produção que envolve Harry Potter. Dessa vez é o Fortnite que caiu na mira dessa turma, com a colaboração entre a Epic Games e o universo mágico de JK Rowling marcada para o Capítulo 7. E sabe o que é realmente cômico nisso tudo? O boicote já está flopando lindamente antes mesmo do lançamento. Enquanto isso, a gente tem certeza de que JK Rowling vai continuar rica, a Warner Brothers vai ganhar mais dinheiro ainda, a Epic Games vai se dar bem e, mais importante: o público que realmente quer se divertir vai usar as skins do Harry Potter tranquilamente, sem culpa nenhuma. Porque no final das contas, essa é a verdade que os militantes ainda não entenderam: a cultura mudou, e as pessoas estão cansadas de ter sua diversão cerceada por agendas políticas de redes sociais.

O Fracasso do Boicote ao Hogwarts Legacy: Uma Lição que Ninguém Aprendeu
Se existe um exemplo perfeito de boicote que não funcionou, é o Hogwarts Legacy. Lançado em 2023, o jogo se tornou o mais vendido daquele ano e arrecadou bilhões de dólares para a Warner Brothers. Tá certo que ninguém esperava algo diferente? Pois é. A galera de esquerda fez uma campanha intensa: pedindo boicote, atacando streamers que ousavam jogar ao vivo, fazendo doxing, assediando qualquer um que demonstrasse interesse genuíno na franquia. E qual foi o resultado? Zero. Absoluto zero.
O jogo vendeu aproximadamente 35 milhões de cópias. Sim, você leu certo. Trinta e cinco milhões. Enquanto isso, quantas pessoas realmente pararam de jogar por causa da pressão nas redes sociais? Praticamente ninguém. O que aconteceu foi o oposto: quanto mais a militância gritava, mais as pessoas percebiam que isso era ridículo e iam lá e compravam o jogo.
Mas deixa eu ser honesto: o que mais irritava naquela época era a falta absoluta de proporcionalidade. Os ativistas transformavam qualquer pessoa que apenas queria jogar um videogame em uma “pessoa transfóbica”. Streamer fazendo live do jogo? Transfóbico. Fã de Harry Potter? Transfóbico. Criança pedindo de presente? Transfóbica também, aparentemente. Era um balaio de gato gigante onde todo mundo que tinha uma opinião diferente era automaticamente colocado no mesmo saco de “vilão opressor”.
E aqui vem a coisa que realmente me deixa perplexo: eles queriam derrotar JK Rowling financeiramente. Mas vejam só que ironia: JK Rowling é uma mulher que já era bilionária antes disso tudo. Boicotar Hogwarts Legacy ou Fortnite não vai tirar um centavo do bolso dela. Ela já ganhou sua fortuna. Sua família já vai continuar rica por três, quatro gerações de descendentes. O boicote não afeta em nada a vida dela. O que acontece, na verdade, é que você apenas deixa de se divertir à toa.
O Vazamento do Fortnite: Quando a Militância Antecipa seu Próprio Fracasso
Alguns dias atrás, o vazamento sobre a colaboração de Harry Potter no Fortnite Capítulo 7 começou a circular nas redes. E sabe o que aconteceu? A militância já começou a pedir boicote antes mesmo do lançamento oficial. Mas dessa vez, algo diferente aconteceu: ninguém deu a mínima.
O insider que trouxe a informação – o Pocket Official – fez questão de gastar mais tempo falando sobre as “consequências morais” da colaboração do que realmente sobre os detalhes do vazamento em si. Foi tipo: “Ó, o Harry Potter vai chegar no Fortnite no Capítulo 7… mas JK Rowling tem um histórico de comentários transfóbicos, então na verdade a gente deveria boicotar porque a Epic Games está financiando isso”. Mano, uma linha e meia de notícia importante e dez parágrafos de militância. Não é nem discreto mais, é descarado mesmo.

Mas aqui está o ponto: ninguém tá comprando essa história novamente. Se você for no Reddit do Fortnite Leaks ver a postagem sobre o vazamento, você vai reparar que tem muito mais comentários do que likes. E sabe o que os comentários dizem? “Esse boicote não vai dar em nada”, “Não quero saber disso, só quero jogar com o Harry”, “Galera, vocês acham mesmo que vão conseguir alguma coisa?”, “Só quero uma skinzin do Dumbledore”.
É literalmente o oposto do que aconteceu com Hogwarts Legacy. Na época, você tinha jornalistas fazendo matérias, sites inteiros dedicados a “alertar” as pessoas sobre o “perigo” de comprar aquele jogo. Agora? Silêncio quase absoluto. Porque as pessoas acordaram. Porque a cultura mudou.
E quando eu digo que a cultura mudou, eu não estou sendo dramático. Cinco anos atrás, no auge da “lacração” nos games, essa mesma campanha teria tido força. Influenciadores teriam sido pressionados a não jogar, criadores de conteúdo teriam sido cancelados, canais do YouTube inteiros sobre Harry Potter teriam recebido campanhas de unfollow. Lembro direitinho de um canal chamado Caldeirão Furado – um canal que posta conteúdo de Harry Potter há 10 anos – recebendo ameaças porque o dono tinha jogado ou queria jogar Hogwarts Legacy. Imagina: uma pessoa que trabalha criando conteúdo sobre aquela franquia, que tem família, que depende daquilo para viver, sendo pressionada a parar de trabalhar porque uma personalidade pública não concorda com a opinião do criador da franquia sobre um assunto político específico.
Isso é absolutamente absurdo.

A Hipocrisia do “Boicote Respeitoso”
Agora vem a parte que mais me irrita nessa história toda. O insider que vazou a informação teve a coragem de escrever algo tipo: “Entendem que muitos de vocês não se importam, mas se vocês forem fazer um boicote, façam de forma respeitosa. Não assediem os funcionários da Epic Games, não ataquem quem discorda de vocês, porque eles dependem disso para viver”.
Aí é que entra a hipocrisia do tamanho do Hogwarts inteiro. Cara, vocês viveram o Hogwarts Legacy. Vocês tavam lá quando streamers recebia doxing enquanto jogava ao vivo. Quando criadores de conteúdo eram assediados publicamente. Quando qualquer um que expressava gostar da franquia era automaticamente cancelado nas redes sociais. E agora, agora que a gente vê que o boicote não funciona, vocês vêm com “vamos fazer um boicote respeitoso”?
Não funciona assim. Quando você cria uma cultura de militância nas redes sociais, quando você constrói uma máquina de cancelamento que trabalha 24/7, você não pode simplesmente pedir para as pessoas serem legais quando o seu bote não está dando certo. É tipo fogo: quando você coloca fogo numa floresta, depois que tá queimando, você não pode só pedir pro fogo ser educado e não queimar ninguém.
A esquerda, toda vez que faz algum movimento nas redes sociais, tem violência e desrespeito. Black Lives Matter destruiu metade das cidades americanas com arrastão, delegacias pegando fogo, um desrespeito total às leis. Donald Trump virou presidente e começou o boicote à Tesla: carros literalmente pegando fogo, lojas sendo destruídas. A pauta da Palestina virou um caos nas ruas, com protestos black bloc quebrando tudo que é vidraça. Esquerdista simplesmente não sabe fazer boicote pacífico. Não é competência desse grupo.
E tem uma razão para isso: a esquerda, por definição, é o lado da mudança. O conservador quer manter o que tem. A esquerda quer mudar, mesmo que seja pelo custo. Então vale tudo: desumanizar quem discorda, transformar o inimigo em Hitler, fazer violência, porque pra eles, a mudança que eles querem implementar justifica os meios. JK Rowling saiu de ser uma feminista, uma musa, um ícone das mulheres para ser tratada como o anticristo em poucos meses. Por quê? Porque ela não apoia a agenda transexual. Só por isso.

