53 Fundos Imobiliários pagam dividendos esta semana com destaque para KIVO11 e ONDA11

A semana de 16 a 20 de março de 2026 apresenta uma agenda robusta de distribuição de rendimentos no mercado de fundos imobiliários. Um total de 53 FIIs já confirmou o pagamento de dividendos aos cotistas, movimentando as carteiras de milhares de investidores em busca de renda passiva. O volume de fundos pagantes e a diversidade de setores representados reforçam a atratividade da classe de ativos para quem busca exposição ao mercado imobiliário com liquidez e previsibilidade de proventos.

KIVO11 lidera em valor absoluto com distribuição de R$ 0,86 por cota

Entre os destaques da semana, o fundo KIVO11 anunciou o pagamento de R$ 0,86 por cota. Considerando o preço de mercado vigente, esse valor corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,26%, posicionando-se entre os retornos mais expressivos do período. A distribuição reflete a performance do fundo e sua capacidade de gerar caixa a partir de seus ativos, atraindo a atenção de investidores focados em rendimento imediato.

ONDA11 oferece yield mensal de 1,25% com pagamento de R$ 0,11

Outro nome que se sobressai na relação é o ONDA11, que informou a distribuição de R$ 0,11 por cota. Apesar do valor unitário menor, o retorno proporcional é significativo, chegando próximo a 1,25% ao mês. Esse desempenho demonstra como fundos com cotas em diferentes faixas de preço podem apresentar yields atrativos, dependendo da política de distribuição e da geração de receita.

IRIM11 e RBRR11 distribuem valores acima de R$ 0,70 por cota

Fundos bastante conhecidos e presentes em diversas carteiras também confirmaram seus proventos. O IRIM11 divulgou rendimento de R$ 0,80 por cota, enquanto o RBRR11 anunciou pagamento de R$ 0,70. O CPTS11, por sua vez, informou dividendos de R$ 0,09 por cota. Essa variedade de valores por cota ilustra a heterogeneidade do segmento, onde fundos com diferentes estratégias e portfólios atendem a perfis de risco e retorno distintos.

Sexta-feira concentra maior volume com pagamentos de 16 FIIs

A distribuição dos pagamentos ao longo da semana não é uniforme. A sexta-feira, 20 de março, emerge como o dia de maior movimentação, reunindo os créditos de 16 fundos imobiliários. Logo antes, a quinta-feira, 19 de março, também terá uma agenda cheia, com 13 FIIs realizando suas distribuições. Essa concentração em dias específicos é comum no calendário de proventos e requer planejamento dos investidores para acompanhar os créditos em suas corretoras.

Segunda-feira inicia semana com 12 fundos pagando dividendos

A semana começa com atividade significativa já no primeiro dia útil. Na segunda-feira, 16 de março, 12 fundos imobiliários devem creditar dividendos aos cotistas. Essa dispersão ao longo dos dias úteis permite um fluxo constante de rendimentos, característica valorizada por quem estrutura uma carteira para receber proventos de forma escalonada.

Tabela completa com tickers, valores por cota e datas de pagamento

A lista abrangente de FIIs pagantes nesta semana inclui desde fundos de tijolo até papéis, com valores por cota que variam de centavos a dezenas de reais. Entre os pagamentos de segunda-feira estão DYARTE11 (R$ 0,09077), BBIG11 (R$ 0,07), BLCA11 (R$ 0,50), CCME11 (R$ 0,084), CLIN11 (R$ 0,95), FPAB11 (R$ 1,80), IBBP11 (R$ 0,0736), KISU11 (R$ 0,07), LPLP11 (R$ 2,904314), PCIP11 (R$ 0,80) e PSEC11 (R$ 0,65). A terça-feira, 17 de março, terá os créditos de CXAG11 (R$ 0,72), IBCR11 (R$ 0,60), IRIM11 (R$ 0,80), RBRR11 (R$ 0,70), RBRY11 (R$ 1,09) e VTPL11 (R$ 0,70236).

Quarta e quinta-feira ampliam distribuição com 15 FIIs

Na quarta-feira, 18 de março, a lista segue com CPTS11 (R$ 0,09), MCCI11 (R$ 1,00), SHPP11 (R$ 0,045), TELM11 (R$ 0,10), VGIP11 (R$ 0,74) e VGIR11 (R$ 0,12). A quinta-feira, 19 de março, apresenta um cardápio diversificado: APTO11 (R$ 0,08), AURB11 (R$ 0,44689), BTYU11 (R$ 0,0949), CCVA11 (R$ 0,85), GCRI11 (R$ 0,85), IMOV11 (R$ 0,075), JCCJ11 (R$ 1,77), NAVT11 (R$ 0,85), RINV11 (R$ 1,10), RZZI11 (R$ 5,60), RZVV11 (R$ 7,22), TOPP11 (R$ 0,84) e ZAGH11 (R$ 0,045).

Sexta-feira fecha semana com 16 pagamentos incluindo ONDA11

O último dia útil da semana concentra o maior número: AFHI11 (R$ 0,97), AJFI11 (R$ 0,05), DAYM11 (R$ 0,037), ELDO11 (R$ 7,60), GAME11 (R$ 0,10), GLCR11 (R$ 0,88), HCRI11 (R$ 2,45), JASC11 (R$ 0,71), MANA11 (R$ 0,11), ONDA11 (R$ 0,11), PQDP11 (R$ 22,676), RZAT11 (R$ 1,00), RZZR11 (R$ 1,225), SALI11 (R$ 0,90), SHDP11B (R$ 171,73) e WTSP11 (R$ 0,22). A presença de valores elevados, como os do PQDP11 e SHDP11B, chama a atenção, mas é crucial analisá-los em relação ao preço da cota para entender o yield real.

Data de corte define direito aos proventos anunciados

Um aspecto fundamental ao acompanhar os rendimentos de FIIs é a compreensão da data de corte, também conhecida como data ex-dividendo. Este é o marco que determina quais cotistas terão direito aos proventos anunciados pelo fundo. Na prática, somente os investidores que estiverem com cotas em carteira até o encerramento do pregão dessa data específica participam da distribuição. Quem realizar a compra após esse momento não fará jus ao pagamento referente ao período divulgado, independentemente de ter a cota na data do crédito.

Análise informativa não constitui recomendação de investimento

É imperativo destacar que a divulgação dessas informações tem caráter estritamente informativo. O objetivo é reunir e organizar dados sobre dividendos já comunicados oficialmente ao mercado, proporcionando uma visão consolidada da agenda de pagamentos. Este conteúdo não configura, sob nenhuma circunstância, uma recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Cada investidor deve conduzir sua própria análise, considerar seu perfil de risco, objetivos financeiros e, preferencialmente, consultar um profissional qualificado antes de tomar decisões de investimento.

O constante fluxo de proventos, como o observado nesta semana com 53 FIIs, evidencia a dinâmica e a maturidade do mercado de fundos imobiliários no Brasil. Para o investidor, além do acompanhamento dos valores e datas, a consistência na distribuição, a saúde financeira do fundo e a aderência à estratégia inicial são fatores tão importantes quanto o yield momentâneo. A construção de uma carteira robusta passa pela seleção criteriosa de ativos que não apenas pagam dividendos regulares, mas que também apresentam fundamentos sólidos para a valorização de longo prazo e a manutenção do poder de compra dos rendimentos distribuídos.

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